{"id":1382,"date":"2014-02-19T14:46:15","date_gmt":"2014-02-19T17:46:15","guid":{"rendered":"http:\/\/blogunasp.com.br\/?p=1382"},"modified":"2021-04-06T16:45:27","modified_gmt":"2021-04-06T19:45:27","slug":"9-musicas-para-entender-ditadura-militar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/unasp.br\/blog\/9-musicas-para-entender-ditadura-militar\/","title":{"rendered":"9 m\u00fasicas para entender a ditadura militar no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quer estudar um pouco mais sobre a ditadura militar atrav\u00e9s da m\u00fasica? Ou\u00e7a  m\u00fasicas que foram censuradas durante o per\u00edodo, e que nos mostram o lado e ideias dos artistas que sofreram persegui\u00e7\u00e3o por parte do governo.<\/h3>\n\n\n\n<p>A <a href=\"https:\/\/brasilescola.uol.com.br\/o-que-e\/historia\/o-que-e-ditadura-militar.htm\"><strong>ditadura militar<\/strong> <\/a>foi um per\u00edodo marcante na hist\u00f3ria do nosso pa\u00eds, e n\u00e3o raro ela \u00e9 destacada como a \u00e9poca em que foram praticados v\u00e1rios Atos Institucionais al\u00e9m da censura, a persegui\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, a supress\u00e3o de direitos constitucionais, a falta de democracia e a repress\u00e3o \u00e0queles que eram contr\u00e1rios ao regime militar.<\/p>\n\n\n\n<p>A ditadura militar no Brasil teve in\u00edcio com o <a href=\"https:\/\/www.infoescola.com\/historia\/golpe-militar-de-1964\/\"><strong>golpe militar de 31 de mar\u00e7o de 1964<\/strong><\/a>, resultando no afastamento do Presidente da Rep\u00fablica, Jo\u00e3o Goulart, e tomando o poder o Marechal Castelo Branco. Inicialmente, este golpe de estado durou at\u00e9 a elei\u00e7\u00e3o de Tancredo Neves em 1985. Os militares na \u00e9poca justificaram o golpe, sob a alega\u00e7\u00e3o de que havia uma amea\u00e7a comunista no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Um dos epis\u00f3dios mais marcantes da ditadura militar no Brasil foi a censura.<\/h4>\n\n\n\n<p>Foram 21 anos de restri\u00e7\u00e3o \u00e0 liberdade civil. A liberdade de express\u00e3o e de organiza\u00e7\u00e3o eram quase inexistentes. Consequentemente, partidos pol\u00edticos, sindicatos, agremia\u00e7\u00f5es estudantis e outras organiza\u00e7\u00f5es representativas da sociedade foram suprimidas ou sofreram interfer\u00eancia do governo. Os meios de comunica\u00e7\u00e3o e as manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas foram reprimidos pela censura.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse per\u00edodo muitos artistas viram suas m\u00fasicas na lista de <a href=\"https:\/\/www.infoescola.com\/historia\/censura-na-ditadura-militar\/\"><strong>censura<\/strong> <\/a>da repress\u00e3o. Mas nem por isso eles pararam de produzir suas can\u00e7\u00f5es. Em outras palavras, eles utilizaram a arte para mascarar sua milit\u00e2ncia contra a pol\u00edtica da \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>De maneira combativa muitos dos importantes, e hoje consagrados, artistas brasileiros buscaram maneiras de driblar o retrocesso art\u00edstico que censura trouxe consigo. Muitas dessas m\u00fasicas tornaram-se um marco de uma \u00e9poca que o Brasil n\u00e3o pode esquecer.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1. Pra N\u00e3o Dizer Que N\u00e3o Falei das Flores (Geraldo Vandr\u00e9)<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"544\" src=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_.jpg\" alt=\"ditadura militar\" class=\"wp-image-34633\" srcset=\"https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_.jpg 800w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-300x204.jpg 300w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-768x522.jpg 768w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-735x500.jpg 735w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-706x480.jpg 706w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-412x280.jpg 412w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-500x340.jpg 500w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-400x272.jpg 400w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-368x250.jpg 368w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-294x200.jpg 294w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-221x150.jpg 221w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-175x119.jpg 175w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Geraldo_Vandr_-200x136.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.letras.mus.br\/geraldo-vandre\/46168\/\"><strong>Pra N\u00e3o Dizer que N\u00e3o Falei das Flores<\/strong><\/a> \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o escrita e interpretada por Geraldo Vandr\u00e9, que ficou em segundo lugar no Festival Internacional da Can\u00e7\u00e3o de 1968. Ela tornou-se um hino de resist\u00eancia dos movimentos contra \u00e0 ditadura militar brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, por conta do enorme sucesso, a can\u00e7\u00e3o foi proibida pelos militares. Em resumo porque a letra da m\u00fasica incitava o povo a resistir, unir for\u00e7as contra a viol\u00eancia e opress\u00e3o de um governo.<\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Nas escolas, nas ruas<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Campos, constru\u00e7\u00f5es<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Somos todos soldados<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Armados ou n\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Caminhando e cantando<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>E seguindo a can\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Somos todos iguais<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Bra\u00e7os dados ou n\u00e3o&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Geraldo Vandr\u00e9 - Pra n\u00e3o dizer que n\u00e3o falei das Flores\" width=\"900\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/1KskJDDW93k?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2. Apesar de Voc\u00ea (Chico Buarque)<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"439\" src=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/CHICOBUARQUE1-1024x439.jpg\" alt=\"ditadura militar\" class=\"wp-image-34634\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Chico Buarque foi um alvo recorrente da ditadura, tendo dezenas de m\u00fasicas censuradas. <a href=\"https:\/\/www.letras.mus.br\/chico-buarque\/7582\/\"><strong>Apesar de voc\u00ea<\/strong><\/a> foi lan\u00e7ada em 1970, durante o governo do general M\u00e9dici.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a letra fazia uma clara refer\u00eancia a este ditador. Al\u00e9m disso, ela falava implicitamente sobre a falta de liberdade durante do governo. Para driblar a censura, ele usou a desculpa que a m\u00fasica contava a hist\u00f3ria de uma briga de casal.<\/p>\n\n\n\n<p>A desculpa de certa maneira funcionou, o disco foi gravado e a m\u00fasica conquistou os ouvintes das r\u00e1dios de todo o pa\u00eds. No entanto os oficiais do ex\u00e9rcito logo perceberam a real inten\u00e7\u00e3o e a can\u00e7\u00e3o foi proibida de tocar nas r\u00e1dios. Oito anos mais tarde, durante o final do governo do general Ernesto Geisel, a can\u00e7\u00e3o foi liberada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Apesar de Voc\u00ea<\/strong> \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o que te ajuda a entender a ditadura militar no Brasil. Deixando claro que apesar do governo ditador ter a for\u00e7a de abafar a manifesta\u00e7\u00e3o popular ele n\u00e3o consegue manter o povo para sempre debaixo de sua censura e que haver\u00e1 a cobran\u00e7a cedo ou tarde.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Chico Buarque - Apesar de Voc\u00ea (com Letra)\" width=\"900\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/33-bMTOlvx0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">3. O B\u00eabado e o Equilibrista (Elis Regina)<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"500\" src=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/elis-regina-750x500-e1523977641391.jpg\" alt=\"ditadura militar\" class=\"wp-image-34635\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.vagalume.com.br\/elis-regina\/o-bebado-e-a-equilibrista.html\"><strong>O B\u00eabado e o Equilibrista<\/strong><\/a> foi composta por Aldir Blanc e Jo\u00e3o Bosco e gravada por Elis Regina em 1979. A can\u00e7\u00e3o ganhou o apelido de o &#8220;Hino da Anistia&#8221;. Pois representava o pedido da popula\u00e7\u00e3o pela anistia, um movimento consolidado no final da d\u00e9cada de 70.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, a letra fala sobre o choro de Marias e Clarisses, em alus\u00e3o \u00e0s esposas do oper\u00e1rio Manuel Fiel Filho e do jornalista Vladimir Herzog, assassinados sob tortura pelo ex\u00e9rcito. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m h\u00e1 o pedido da &#8220;volta do irm\u00e3o do Henfil&#8221;, que era o soci\u00f3logo e ativista Hebert Jos\u00e9 de Sousa, exilado no M\u00e9xico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Elis Regina - O B\u00eabado e a Equilibrista\" width=\"900\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/1g_p4Xcn5CE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">4. Alegria, Alegria (Caetano Veloso)<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"614\" src=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Vitrola-Caetano-Veloso-1024x614.png\" alt=\"ditadura militar\" class=\"wp-image-34637\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>A m\u00fasica &#8220;<a href=\"https:\/\/www.letras.mus.br\/caetano-veloso\/43867\/\"><strong>Alegria, Alegria<\/strong><\/a>&#8221; foi lan\u00e7ada em 1967, por Caetano Veloso, marcando o in\u00edcio do movimento Tropicalismo. A can\u00e7\u00e3o foi escrita nos &#8220;anos de chumbo&#8221;, como era chamado o governo do ent\u00e3o presidente Em\u00edlio Garrastazu M\u00e9dici.<\/p>\n\n\n\n<p>Posteriormente estudantes foram \u00e0s ruas para protestar contra o governo, que destru\u00eda as universidades implantando a censura e nega\u00e7\u00e3o do conhecimento \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. A cultura importada de outros pa\u00edses era uma maneira de alienar a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Caetano ficou exilado em Londres por quase dois anos e foi classificado como &#8220;persona non grata&#8221;, at\u00e9 1972. &#8220;Alegria, Alegria&#8221; denuncia o abuso do poder, a viol\u00eancia praticada pelo regime e precariedade da educa\u00e7\u00e3o no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Alegria, Alegria - Caetano Veloso\" width=\"900\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hmK9GylXRh0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">5. C\u00e1lice (Chico Buarque e Milton Nascimento)<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"445\" src=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/x123524-02.jpg.pagespeed.ic_.Dz4lg6gvfy-1024x445.jpg\" alt=\"ditadura militar\" class=\"wp-image-34639\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>A m\u00fasica <a href=\"https:\/\/www.vagalume.com.br\/chico-buarque\/calice.html\"><strong>C\u00e1lice<\/strong><\/a>, lan\u00e7ada por Chico Buarque em 1973 \u00e9 uma das m\u00fasicas mais fortes e significativas do per\u00edodo da ditadura militar. A letra faz alus\u00e3o a ora\u00e7\u00e3o de Jesus Cristo dirigida a Deus no Jardim do Gets\u00eamane: \u201cPai, afasta de mim este c\u00e1lice\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, para quem lutava pela democracia, o sil\u00eancio tamb\u00e9m era uma forma de morte. Muitas pessoas foram caladas e mortas, por pensarem diferente do governo e por lutarem para serem escutadas.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir disso, nasceu a ideia de Chico Buarque: explorar a sonoridade e o duplo sentido das palavras \u201cc\u00e1lice\u201d e \u201ccale-se\u201d para criticar o regime instaurado e a censura. A cr\u00edtica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s torturas feitas pelo governo \u00e9 clara.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"C\u00e1lice (Cale-se). Chico Buarque &amp; Milton Nascimento.\" width=\"900\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/RzlniinsBeY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">6. \u00c9 Proibido Proibir (Caetano Veloso)<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"446\" src=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/47c552eaa7054b853b48571b766f9586.jpg\" alt=\"ditadura militar\" class=\"wp-image-34640\" srcset=\"https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/47c552eaa7054b853b48571b766f9586.jpg 750w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/47c552eaa7054b853b48571b766f9586-300x178.jpg 300w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/47c552eaa7054b853b48571b766f9586-720x428.jpg 720w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/47c552eaa7054b853b48571b766f9586-471x280.jpg 471w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/47c552eaa7054b853b48571b766f9586-500x297.jpg 500w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/47c552eaa7054b853b48571b766f9586-400x238.jpg 400w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/47c552eaa7054b853b48571b766f9586-336x200.jpg 336w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/47c552eaa7054b853b48571b766f9586-252x150.jpg 252w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/47c552eaa7054b853b48571b766f9586-175x104.jpg 175w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/47c552eaa7054b853b48571b766f9586-200x119.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.vagalume.com.br\/caetano-veloso\/e-proibido-proibir.html\"><strong>\u00c9 proibido proibir<\/strong><\/a> \u00e9 uma m\u00fasica de Caetano Veloso, lan\u00e7ada em 1968. Essa can\u00e7\u00e3o era uma manifesta\u00e7\u00e3o das grandes mudan\u00e7as culturais que estavam ocorrendo no mundo na d\u00e9cada de 1960.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, na apresenta\u00e7\u00e3o realizada no Teatro da Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo, a m\u00fasica de Caetano foi recebida com furiosa vaia pelo p\u00fablico que lotava o audit\u00f3rio. Indignado, Caetano fez um longo e inflamado discurso que quase n\u00e3o se podia ouvir, tamanho era o barulho dentro do teatro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Caetano Veloso - \u00e9 proibido proibir (LEGENDADO)\" width=\"900\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7hYxfP5q5og?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">7. Acender as Velas (Z\u00e9 K\u00e9ti)<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/maxresdefault-1024x576.jpg\" alt=\"ditadura militar\" class=\"wp-image-34641\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>A m\u00fasica &#8220;<strong><a href=\"https:\/\/www.letras.mus.br\/ze-keti\/197272\/\">Acender as velas<\/a>&#8220;<\/strong> foi lan\u00e7ada em 1965 e \u00e9 considerada uma das maiores composi\u00e7\u00f5es do sambista Z\u00e9 Keti. A\u00a0letra do samba possui um impacto forte, criado pelo relato dram\u00e1tico do dia a dia da favela na \u00e9poca da ditadura.<\/p>\n\n\n\n<p>De fato, \u00e9 uma cr\u00edtica social \u00e0s p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de vida nos morros do Rio de Janeiro na d\u00e9cada de 1960. Afinal, o modelo repressivo da ditadura militar fomentou a viol\u00eancia contra os pobres, o que acabou tornando-se um impedimento para a a\u00e7\u00e3o do Estado na resolu\u00e7\u00e3o dos problemas das favelas.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Z\u00e9 Keti - Acender As Velas\" width=\"900\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/DrSOtIjKDVU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">8. Que as Crian\u00e7as Cantem Livres (Taiguara)<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"760\" height=\"425\" src=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara.jpg\" alt=\"ditadura militar\" class=\"wp-image-34642\" srcset=\"https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara.jpg 760w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara-300x168.jpg 300w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara-750x419.jpg 750w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara-720x403.jpg 720w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara-501x280.jpg 501w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara-500x280.jpg 500w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara-400x224.jpg 400w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara-358x200.jpg 358w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara-268x150.jpg 268w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara-175x98.jpg 175w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/O-cantor-e-compositor-Taiguara-200x112.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 760px) 100vw, 760px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;<a href=\"https:\/\/www.letras.mus.br\/taiguara\/80323\/\"><strong>Que as Crian\u00e7as Cantem Livres<\/strong><\/a>&#8221; \u00e9 uma composi\u00e7\u00e3o de Taiguara, lan\u00e7ada em 1973. No mesmo ano o cantor se exilou em Londres. Essa can\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das outras tantas que marcaram a obra do compositor.<\/p>\n\n\n\n<p>Taiguara foi o cantor mais censurado da ditadura militar, tendo 68 can\u00e7\u00f5es censuradas durante o per\u00edodo de maior endurecimento do regime, no fim da d\u00e9cada de 1960 at\u00e9 meados da d\u00e9cada de 1970.<\/p>\n\n\n\n<p>Em meados de 1975 ele retornou ao Brasil para fazer uma apresenta\u00e7\u00e3o com a participa\u00e7\u00e3o dos m\u00fasicos Hermeto Pascoal e Wagner Tiso. No entanto, o show foi cancelado e o dinheiro arrecado com a bilheteria dos ingressos foi recolhida pela pol\u00edcia em menos de 72 horas, o que levou Taiguara a fugir novamente do pa\u00eds e s\u00f3 retornar com o fim da ditadura militar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Que as Crian\u00e7as Cantem Livres - Taiguara - Melhor Qualidade\" width=\"900\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wrWSACrF7hE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">9. Jorge Maravilha (Chico Buarque)<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"480\" src=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario.jpg\" alt=\"ditadura militar\" class=\"wp-image-34643\" srcset=\"https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario.jpg 800w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario-300x180.jpg 300w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario-768x461.jpg 768w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario-750x450.jpg 750w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario-720x432.jpg 720w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario-467x280.jpg 467w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario-500x300.jpg 500w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario-400x240.jpg 400w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario-333x200.jpg 333w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario-250x150.jpg 250w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario-175x105.jpg 175w, https:\/\/cdn.unasp.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/chico-nos-anos-70-armando-rosario-200x120.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.letras.mus.br\/chico-buarque\/45141\/\"><strong>Jorge Maravilha<\/strong><\/a>, lan\u00e7ada em 1974, \u00e9 mais uma m\u00fasica de Chico Buarque, agora sob o pseud\u00f4nimo de Julinho de Adelaide, criado para driblar a censura. Os versos \u201c<strong><em>voc\u00ea n\u00e3o gosta de mim, mas sua filha gosta\u201d <\/em><\/strong>pareciam uma rela\u00e7\u00e3o conflituosa entre sogro, genro e filha.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, na verdade, faziam alus\u00e3o \u00e0 fam\u00edlia do general Geisel. Geisel odiava Chico Buarque. No entanto, a filha do militar manifestava interesse pelo trabalho do compositor. Eita, uma cutucada logo no ponto fraco!<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar disso, segundo o pr\u00f3prio Chico Buarque, numa declara\u00e7\u00e3o ao Jornal Folha de S. Paulo em 1977, o tal verso se referia a uma situa\u00e7\u00e3o vivida pelo cantor durante a pris\u00e3o na ditadura militar, quando um seguran\u00e7a do <a href=\"https:\/\/www.infoescola.com\/historia\/dops\/\">DOPS<\/a> pediu um aut\u00f3grafo para a filha dele.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Jorge Maravilha\" width=\"900\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/nE5d4d7ObyE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quer estudar um pouco mais sobre a ditadura militar atrav\u00e9s da m\u00fasica? Ou\u00e7a m\u00fasicas que foram censuradas durante o per\u00edodo, e que nos mostram o lado e ideias dos artistas que sofreram persegui\u00e7\u00e3o por parte do governo. A ditadura militar foi um per\u00edodo marcante na hist\u00f3ria do nosso pa\u00eds, e n\u00e3o raro ela \u00e9 destacada [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":94,"featured_media":1383,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[175,177],"tags":[297,347,380,1121,429],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>9 m\u00fasicas para entender a ditadura militar no Brasil - Blog do Unasp<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Quer estudar um pouco mais sobre a ditadura militar atrav\u00e9s da m\u00fasica? 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