{"id":64147,"date":"2019-08-05T01:31:28","date_gmt":"2019-08-05T04:31:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/?p=64147"},"modified":"2019-08-06T17:41:16","modified_gmt":"2019-08-06T20:41:16","slug":"entender-a-metodologia-cientifica-de-vez","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/unasp.br\/blog\/entender-a-metodologia-cientifica-de-vez\/","title":{"rendered":"Guia b\u00e1sico para entender a metodologia cient\u00edfica de vez"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_text_paragraph]<\/p>\n<blockquote>\n<h2><strong>Quer aprender as estrat\u00e9gias utilizadas para se sair bem em um trabalho cient\u00edfico? Entenda nesse post a metodologia ou m\u00e9todos utilizados, e aplique em suas pesquisas.<\/strong><\/h2>\n<\/blockquote>\n<p>Todo trabalho cient\u00edfico possui uma estrutura a ser seguida e o professor orientador \u00e9 o respons\u00e1vel por guiar o aluno durante todo o processo de constru\u00e7\u00e3o da pesquisa. No entanto, algumas estrat\u00e9gias e metodologias podem facilitar essa caminhada. E isso, o aluno pode aprender por conta pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>Portanto, se voc\u00ea aluno, est\u00e1 come\u00e7ando o seu trabalho cient\u00edfico. Nas linhas abaixo voc\u00ea vai entender como funciona e o que \u00e9 a metodologia cient\u00edfica. E de quebra, aprender como utiliz\u00e1-las na sua pesquisa.<\/p>\n<p>Vale lembrar que dentro do campo da ci\u00eancia, uma <strong>pesquisa \u00e9 o conjunto de a\u00e7\u00f5es tomadas quando se tem o objetivo de encontrar a solu\u00e7\u00e3o para um problema.<\/strong> Mas, essas a\u00e7\u00f5es t\u00eam como base procedimentos operacionais e sistem\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Por isso, a seguir vamos falar um pouco sobre a estrutura da pesquisa e algumas metodologias de pesquisa que podem ser aplicadas ao seu trabalho, para que voc\u00ea saia do achismo da sua hip\u00f3tese e com o uso da metodologia certa, chegue a uma solu\u00e7\u00e3o para o sua problem\u00e1tica.<\/p>\n<h2><strong>Classifica\u00e7\u00e3o te\u00f3rica da pesquisa cient\u00edfica<\/strong><\/h2>\n<p>S\u00e3o 3 as formas de analisar a pesquisa cient\u00edfica: quanto \u00e0 natureza (ou enfoque) da pesquisa, \u00e0 abordagem do problema (ou metodologia) e aos objetivos.<\/p>\n<h3><strong>1 &#8211; Quanto \u00e0 natureza<\/strong><\/h3>\n<p>A natureza da pesquisa diz respeito \u00e0 finalidade, \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o que ela trar\u00e1 \u00e0 ci\u00eancia. Quanto \u00e0 natureza, as pesquisas podem ser classificadas como b\u00e1sicas ou aplicadas.<\/p>\n<h4><strong><em>Pesquisa b\u00e1sica<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>A pesquisa b\u00e1sica \u2013 tamb\u00e9m conhecida como fundamental \u2013 \u00e9 a que tem o objetivo de gerar conhecimentos para a ci\u00eancia sem que estes tenham uma aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica prevista.<\/p>\n<p>Ou seja, a finalidade da pesquisa b\u00e1sica n\u00e3o \u00e9 imediata. Geralmente, as pesquisas b\u00e1sicas envolvem verdades e valores universais.<\/p>\n<h4><strong><em>Pesquisa aplicada<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>J\u00e1 a pesquisa aplicada tem o objetivo de gerar conhecimentos de aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica para problemas espec\u00edficos. Envolve verdades e interesses locais<\/p>\n<h3><strong>2 &#8211; Quanto aos objetivos<\/strong><\/h3>\n<p>Aqui voc\u00ea ir\u00e1 classificar, por exemplo, o grau de familiaridade que voc\u00ea j\u00e1 tem com o tema e o quanto voc\u00ea ir\u00e1 aprofund\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Por isso, pode ser explorat\u00f3ria, descritiva ou explicativa.<\/p>\n<h4><strong><em>Pesquisa explorat\u00f3ria<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>A pesquisa explorat\u00f3ria \u00e9 aquela que est\u00e1 em sua fase preliminar e objetiva conquistar maior familiaridade com o problema.<\/p>\n<p>\u00c9 desenvolvida quando ainda n\u00e3o h\u00e1 tantos dados e informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis sobre um tema, mas percebe-se que ele poder\u00e1 ser alvo de pesquisas futuras.<\/p>\n<p>A pesquisa explorat\u00f3ria costuma estar associada \u00e0 pesquisa bibliogr\u00e1fica e ao estudo de caso, que \u00e9 aquele em que o pesquisador levanta dados sobre indiv\u00edduos ou comunidades espec\u00edficas.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, por estar em uma fase t\u00e3o inicial e n\u00e3o existirem tantas informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis sobre o assunto, a pesquisa explorat\u00f3ria tende a exigir um esfor\u00e7o maior do pesquisador.<\/p>\n<h4><strong><em>Pesquisa descritiva<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>A pesquisa descritiva, <a href=\"https:\/\/busca.saraiva.com.br\/q\/gil-2008\">segundo Gil (2008)<\/a>, \u00e9 aquela que descreve um fen\u00f4meno ou objeto de estudo (popula\u00e7\u00e3o, empresa, governo, situa\u00e7\u00e3o-problema) e estabelece rela\u00e7\u00f5es entre as suas vari\u00e1veis.<\/p>\n<p>Ou seja, em outras palavras ela levanta e registra as caracter\u00edsticas de um determinado fen\u00f4meno, como por exemplo: a distribui\u00e7\u00e3o por sexo e idade de um determinado grupo ou ainda as pesquisas eleitorais e as prefer\u00eancias pol\u00edtico-partid\u00e1rias da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na pesquisa explicativa, costumam ser utilizados instrumentos de coleta de dados padronizados, como question\u00e1rios e observa\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica.<\/p>\n<h4><strong><em>Pesquisa explicativa<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>A pesquisa explicativa, por sua vez, \u00e9 a que exige um maior grau de complexidade. Por isso, \u00e9 comum v\u00ea-la em disserta\u00e7\u00f5es de mestrados e em teses de doutorado.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com Gil (2008), elas t\u00eam como preocupa\u00e7\u00e3o central identificar os fatores que determinam ou contribuem para a ocorr\u00eancia dos fen\u00f4menos.<\/p>\n<p>\u00c9 o tipo de pesquisa que mais aprofunda o conhecimento da realidade, porque explica a raz\u00e3o, o porqu\u00ea das coisas.<\/p>\n<p>A maioria das pesquisas explicativas s\u00e3o classificadas como experimentais. Obviamente a pesquisa explicativa se baseia em estudos anteriores, como em pesquisas descritivas e explorat\u00f3rias.<\/p>\n<h3><strong>3 &#8211; Quanto \u00e0 abordagem do problema<\/strong><\/h3>\n<p>\u00c9 o caminho mais adequado para estudar o seu objeto. Pode ter caracter\u00edsticas quantitativas, qualitativas ou ambas.<\/p>\n<h4><strong><em>Pesquisa Quantitativa<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>A pesquisa quantitativa consiste na quantifica\u00e7\u00e3o dos dados coletados.<\/p>\n<p>Faz-se uso de gr\u00e1ficos, tabelas, m\u00e9dias aritm\u00e9ticas e porcentagens traduzidas em n\u00fameros para an\u00e1lise de opini\u00f5es e informa\u00e7\u00f5es obtidas durante a pesquisa.<\/p>\n<p>Ou seja, \u00e9 a mais indicada para apurar opini\u00f5es expl\u00edcitas dos entrevistados, uma vez que utilizam instrumentos padronizados, como question\u00e1rios.<\/p>\n<p>\u00c9 utilizada, majoritariamente, pelas Ci\u00eancias Exatas.<\/p>\n<h4><strong><em>Pesquisa Qualitativa<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>A pesquisa qualitativa, por sua vez, interpreta e analisa os fen\u00f4menos, atribuindo-os significados, que n\u00e3o podem ser analisados quantitativamente.<\/p>\n<p>Ou seja, \u00e9 uma pesquisa de car\u00e1ter explorat\u00f3rio e subjetivo, que estimula o entrevistado a pensar e a falar livremente sobre um tema.<\/p>\n<p>Requer uma an\u00e1lise direta entre o pesquisador e o objeto de estudo.<\/p>\n<p>Costuma ser amplamente utilizada nas Ci\u00eancias Humanas.<\/p>\n<h4><strong><em>Pesquisas mistas ou Quali-quantitativas<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>H\u00e1 ainda pesquisas mistas, que fazem uso tanto de elementos da pesquisa quantitativa como da qualitativa.<\/p>\n<p>Geralmente, o estudo \u00e9 dividido em duas partes. Em um primeiro momento, faz-se uma an\u00e1lise quantitativa dos dados e, depois, uma an\u00e1lise mais subjetiva, que seria a qualitativa.[\/vc_text_paragraph][vc_text_paragraph]<\/p>\n<h3>Est\u00e1 gostando dos conte\u00fados?<\/h3>\n<p>Ent\u00e3o, assine a newsletter e receba todas as novidade direto no seu e-mail![\/vc_text_paragraph][vc_newsletter_with_email newsletter_id=&#8221;blog_conteudo_1&#8243; newsletter_msg_success=&#8221;Valeu por se inscrever! Em breve mandaremos as novidades do blog!&#8221;][vc_text_paragraph]<\/p>\n<h2><strong>10 procedimentos t\u00e9cnicos que voc\u00ea pode utilizar na sua pesquisa<\/strong><\/h2>\n<p>Os procedimentos t\u00e9cnicos s\u00e3o classificados em dois grupos. Ou seja, no primeiro, est\u00e3o aqueles cujas informa\u00e7\u00f5es v\u00eam de fontes \u201cde papel\u201d. Nele se incluem a pesquisa bibliogr\u00e1fica e a pesquisa documental.<\/p>\n<p>J\u00e1 o segundo grupo \u00e9 composto por dados fornecidos por pessoas. Sendo assim, nele est\u00e3o a pesquisa experimental, a ex-post facto, estudo de coorte, o levantamento, estudo de campo e o estudo de caso. Neste \u00faltimo, ainda podem ser inclu\u00eddas a pesquisa-a\u00e7\u00e3o e a pesquisa participante.<\/p>\n<h4><strong><em>1 &#8211; Pesquisa Bibliogr\u00e1fica<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>A pesquisa bibliogr\u00e1fica \u00e9 baseada em materiais j\u00e1 elaborados, em especial, livros e artigos cient\u00edficos.<\/p>\n<p>Sua principal vantagem \u00e9 permitir, ao investigador, uma ampla cobertura dos fen\u00f4menos.<\/p>\n<h4><strong><em>2 &#8211; Pesquisa Documental<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>A pesquisa documental difere-se da bibliogr\u00e1fica pela natureza das fontes. A base da pesquisa documental s\u00e3o os documentos.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, podem ser, por exemplo: cartas, di\u00e1rios, of\u00edcios, regulamentos, correspond\u00eancias pessoais, etc.<\/p>\n<h4><strong><em>3 &#8211; Pesquisa Experimental<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>A pesquisa experimental ocorre quando h\u00e1 a delimita\u00e7\u00e3o de um objeto de estudo, a sele\u00e7\u00e3o das vari\u00e1veis que seriam capazes de influenci\u00e1-lo e a defini\u00e7\u00e3o das formas de controle e de observa\u00e7\u00e3o que a vari\u00e1vel produz no objeto.<\/p>\n<p>Dessa forma, testes em laborat\u00f3rios costumam ser resultados de pesquisas experimentais, j\u00e1 que o pesquisador tem o controle de toda a situa\u00e7\u00e3o. Portanto, ele pode simular situa\u00e7\u00f5es, analis\u00e1-las, compar\u00e1-las e tirar conclus\u00f5es sobre elas.<\/p>\n<h4><strong><em>4 &#8211; Pesquisa Ex-Post Facto<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>Ex-post facto significa \u201ca partir do fato passado\u201d. O experimento, portanto, realiza-se depois dos fatos e visa verificar a exist\u00eancia de rela\u00e7\u00f5es entre as vari\u00e1veis.<\/p>\n<p>Em palavras mais simples, a pesquisa ex-post facto pretende entender como um fato passado impacta um grupo no presente ou ir\u00e1 impactar no futuro.<\/p>\n<p>Diferentemente da pesquisa experimental, entretanto, o pesquisador n\u00e3o possui controle sobre a situa\u00e7\u00e3o visto que ela j\u00e1 ocorreu.<\/p>\n<h2><strong>5 &#8211; Estudo de Coorte<\/strong><\/h2>\n<p>Para Ant\u00f4nio Carlos Gil, o estudo de coorte refere-se a um grupo de pessoas com caracter\u00edsticas em comum que v\u00e3o ser analisadas durante um tempo a fim de entender o que acontece entre elas.<\/p>\n<p>Esse grupo vai constituir, ent\u00e3o, uma amostra, ou seja, uma parte de um todo.<\/p>\n<p>O objeto \u2013 a amostra- em estudo pode ser um grupo de pessoas com caracter\u00edsticas comuns (exemplo: grupo exposto a determinado fator de risco versus grupo n\u00e3o exposto ao fator de risco X).<\/p>\n<h4><strong><em>6 &#8211; Levantamento<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>O levantamento tem como principal caracter\u00edstica o questionamento direto com pessoas relevantes para a pesquisa.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a coleta das informa\u00e7\u00f5es, faz-se uma an\u00e1lise quantitativa dos dados obtidos.<\/p>\n<p>A partir do levantamento feito com todos os integrantes de um universo pesquisado, obt\u00e9m-se um censo. Os levantamentos s\u00e3o muito utilizados em pesquisas descritivas.<\/p>\n<h4><strong><em>7 &#8211; Estudo de Campo<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>Embora se assemelhe ao levantamento, o estudo de campo proporciona, ao pesquisador, uma an\u00e1lise mais profunda dos dados coletados.<\/p>\n<p>No entanto, enquanto o levantamento alcan\u00e7a um maior n\u00famero de pessoas, o estudo de campo oferece uma an\u00e1lise mais profunda e minuciosa do universo pesquisado.<\/p>\n<p>O pesquisador tamb\u00e9m realiza a maior parte da pesquisa pessoalmente, no local onde ocorre o fen\u00f4meno pesquisado. Consequentemente, \u00e9 um procedimento que exige mais tempo.<\/p>\n<h4><strong><em>8 &#8211; Estudo de Caso<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>De acordo com Gil, a modalidade explorat\u00f3ria da pesquisa utiliza bastante o m\u00e9todo de estudo de caso.<\/p>\n<p>Ele consiste em um estudo profundo e exaustivo de um ou de poucos objetos, tendo como prop\u00f3sitos:<\/p>\n<p>&#8211; Explorar situa\u00e7\u00f5es da vida real ainda n\u00e3o-definidas;<\/p>\n<p>&#8211; Preservar o car\u00e1ter unit\u00e1rio do objeto estudado;<\/p>\n<p>&#8211; Descrever a situa\u00e7\u00e3o do contexto em que est\u00e1 sendo feita a investiga\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>&#8211; Formular hip\u00f3teses e\/ou desenvolver teorias;<\/p>\n<p>&#8211; Explicar as vari\u00e1veis causais do fen\u00f4meno em situa\u00e7\u00f5es complexas.<\/p>\n<h4><strong><em>9 &#8211; Pesquisa-a\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>Na pesquisa-a\u00e7\u00e3o, os pesquisadores se envolvem ativamente com o grupo de pessoas do problema a ser estudado e solucionado. Esse envolvimento acontece de forma cooperativa ou participativa.<\/p>\n<h4><strong><em>10 &#8211; Pesquisa-participante<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>A pesquisa participante \u00e9 aquela em que o objeto de estudo do pesquisador (por exemplo, uma comunidade) se envolve na an\u00e1lise de sua pr\u00f3pria realidade. Ent\u00e3o,\u00a0 ela tem um car\u00e1ter de participa\u00e7\u00e3o social e busca promover uma transforma\u00e7\u00e3o social para aquele p\u00fablico.<\/p>\n<h2><strong>O que \u00e9 m\u00e9todo cient\u00edfico?<\/strong><\/h2>\n<p>M\u00e9todo cient\u00edfico \u00e9 toda estrat\u00e9gia controlada e aplicada durante um processo investigativo para se chegar a um determinado resultado. Ou seja, \u00e9 um caminho sistem\u00e1tico (que deve seguir regras e padr\u00f5es) para se chegar a uma conclus\u00e3o. \u00c9 uma t\u00e9cnica investigativa.<\/p>\n<h2><strong>Tipos de m\u00e9todos cient\u00edficos<\/strong><\/h2>\n<h4><strong><em>M\u00e9todo indutivo<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9 aquele que se baseia na experi\u00eancia. A partir de dados particulares, tiram-se conclus\u00f5es gerais sobre um assunto. Sendo assim, parte do espec\u00edfico para o geral.<\/p>\n<p>Exemplo: pesquisa de inten\u00e7\u00e3o de voto \u2013 a partir de uma amostra da popula\u00e7\u00e3o, pressup\u00f5e-se o resultado geral.<\/p>\n<h4><strong><em>M\u00e9todo dedutivo<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9 aquele que, a partir de dados gerais, inferem-se conclus\u00f5es sobre casos espec\u00edficos. Ou seja, parte-se de uma situa\u00e7\u00e3o geral para uma espec\u00edfica.<\/p>\n<h4><strong><em>M\u00e9todo hist\u00f3rico<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>Foca em investigar acontecimentos, processos, institui\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es passadas para entender a influ\u00eancia que exercem no presente.<\/p>\n<h4><strong><em>M\u00e9todo comparativo<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>O m\u00e9todo comparativo \u00e9 o que tenta analisar as similaridades e as diferen\u00e7as entre indiv\u00edduos, classes, fen\u00f4menos e fatos.<\/p>\n<h4><strong><em>M\u00e9todo tipol\u00f3gico<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>O pesquisador cria, no m\u00e9todo tipol\u00f3gico, modelos ou tipos ideais para estudar e compreender fen\u00f4menos sociais complexos.<\/p>\n<h2><strong>Como fazer a metodologia cient\u00edfica do TCC, artigo, trabalho ou pesquisa cient\u00edfica?<\/strong><\/h2>\n<p>Agora, voc\u00ea j\u00e1 tem toda a base para montar a metodologia cient\u00edfica da sua pesquisa. Ou seja,\u00a0 a\u00a0metodologia cient\u00edfica \u00e9 uma das partes do trabalho de conclus\u00e3o de curso (TCC), do artigo ou de qualquer outra publica\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter cient\u00edfico.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, ela vai relatar de maneira detalhada e minuciosa, todos os procedimentos que foram utilizados para elaborar a pesquisa cient\u00edfica.<\/p>\n<h3><strong>E o que isso inclui?<\/strong><\/h3>\n<p>&#8211; A classifica\u00e7\u00e3o da pesquisa quanto \u00e0 natureza (sua pesquisa \u00e9 b\u00e1sica ou aplicada?)<\/p>\n<p>&#8211; O objetivo da pesquisa (a pesquisa \u00e9 explorat\u00f3ria, explicativa ou descritiva?)<\/p>\n<p>&#8211; Os m\u00e9todos utilizados para entender o problema (quantitativos, qualitativos ou mistos? Para isso, foi utilizado o m\u00e9todo indutivo? Hist\u00f3rico? Comparativo?)<\/p>\n<p>&#8211; A listagem de procedimentos t\u00e9cnicos utilizados no decorrer da pesquisa (foi feito algum levantamento, alguma pesquisa bibliogr\u00e1fica? Como? Onde? Com quem?)<\/p>\n<p>&#8211; As fontes utilizadas.<\/p>\n<p>Lembrem-se que cada um desses itens deve ser contextualizado e bem descrito. Ent\u00e3o, nada de sair apenas pontuando cada um deles. Discorra sobre cada t\u00f3pico.\u00a0 Dessa forma, alguns detalhes importantes a respeito de como fazer a metodologia cient\u00edfica do seu trabalho:<\/p>\n<p>A metodologia pode aparecer em um cap\u00edtulo espec\u00edfico (dedicado exclusivamente a ela) ou como parte da introdu\u00e7\u00e3o do trabalho. Por isso, o\u00a0ideal \u00e9 que voc\u00ea consulte as normas da institui\u00e7\u00e3o de ensino ou do evento onde voc\u00ea ir\u00e1 submeter o trabalho cient\u00edfico. Voc\u00ea tamb\u00e9m pode, por exemplo, se eles seguem as normas da ABNT.<\/p>\n<h6>Parte dos conte\u00fados deste post foram extra\u00eddos do <a href=\"https:\/\/blog.even3.com.br\/metodologia-cientifica-como-fazer\/\">Even3 Blog.<\/a><\/h6>\n<p>Bons estudos e at\u00e9 a pr\u00f3xima![\/vc_text_paragraph][vc_text_paragraph]<\/p>\n<h3>Ei, n\u00e3o v\u00e1 embora sem assinar a nossa newsletter!<\/h3>\n<p>\u00c9 s\u00f3 colocar seu e-mail aqui em baixo para receber os melhores conte\u00fados do blog.[\/vc_text_paragraph][vc_newsletter_with_email newsletter_id=&#8221;blog_conteudo_2&#8243; newsletter_msg_success=&#8221;Valeu por se inscrever! Em breve mandaremos as novidades do blog!&#8221;][vc_text_paragraph]<\/p>\n<h2>Leia tamb\u00e9m<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/onde-publicar-artigos-cientificos\/\">\u2022 Artigos cient\u00edficos: guia sobre como e onde publicar os seus artigos<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/hipotese-para-artigos-e-tcc\/\">\u2022 Como escrever uma hip\u00f3tese para artigos e TCC?<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/carreira-academica-descubra-como-funciona-e-se-voce-tem-o-perfil\/\">\u2022 Carreira acad\u00eamica: descubra como funciona e se voc\u00ea tem o perfil<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.unasp.br\/blog\/buscadores-pesquisas-academicas\/\">\u2022 8 sites e buscadores confi\u00e1veis para fazer pesquisas acad\u00eamicas<\/a>[\/vc_text_paragraph][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_text_paragraph] Quer aprender as estrat\u00e9gias utilizadas para se sair bem em um trabalho cient\u00edfico? 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