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BULLYING NÃO É BRINCADEIRA

Entenda como é esse tipo de violência afeta as vítimas, agressores e espectadores Thamires Ribeiro de Mattos Ariany Nascimento A pesquisa responde a qual pergunta? Este artigo discorre que o bullying é uma violência que impacta a vida da vítima a longo prazo, como aconteceu com a advogada Laryssa Emanuelle, que foi acometida com piadas […]

Texto: Redação

Entenda como é esse tipo de violência afeta as vítimas, agressores e espectadores

Thamires Ribeiro de Mattos

Ariany Nascimento

A pesquisa responde a qual pergunta?

Este artigo discorre que o bullying é uma violência que impacta a vida da vítima a longo prazo, como aconteceu com a advogada Laryssa Emanuelle, que foi acometida com piadas de mal gosto de um colega de classe, influenciando muito em como ela via outras pessoas e até seu sonho, pois o ocorrido quase a fez desistir da faculdade, algo dito no segundo ano do ensino médio.

Por que isso é importante?

Essa violência é mais recorrente no ambiente escolar, logo, o assunto é abordado em salas de aula e mídia. A escola não é apenas um lugar para aprender sobre Matemática e Língua Portuguesa, ela também é um ambiente de socialização fora do ambiente familiar, na qual, o aluno passa maior parte do seu dia.

A escola é uma mini sociedade. A explicação para tal comportamento do agressor é a reprodução das ações daquilo que vem acontecendo no meio social mais amplo. Conforme Ana Karina explica, o aluno é o porta-voz daquilo que acontece nas relações sociais, tanto discriminação, intolerância, ódio, opressão, humilhação e preconceito na nossa sociedade é reproduzido no cotidiano escolar. Assim, o bullying é um espelho dos problemas que se encontram na sociedade.

Quais foram os resultados?

Dados obtidos da Unesco, nos apresenta que um a cada três adolescentes (11 a 17 anos) no mundo sofre bullying, estatística que afeta a todos independente da classe social, porém, jovens com menor renda são alvos mais “fáceis”.

No Brasil, a estatística não difere da mundial, uma vez que, em 2015, 31,6% dos adolescentes relataram sofrer esse tipo de violência. No entanto, esses números são piores em outros países, como Samoa, arquipélago da Oceania, que lidera o ranking com 74%. No Peru, corresponde a 47%, sendo o campeão das Américas.

Em 2018, foi publicado um estudo no Journal of the American Academy of Child e Adolescent Psychiatry, de um levantamento de dados sobre adolescentes de 48 países, revelando que o risco de suicídio pode triplicar entre aqueles que sofrem bullying.

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